Tudo o que eu sou hoje, já era antes

A partir dos 30 deixamos de fazer aniversários. Agora passa a ser "e mais um" todos os anos. Não é que se sinta o peso da idade. Os "trinta e..." que agora contamos sabem a tão pouco como quando o meu filho conta a lenga-lenga do "um-até-dez". Hoje, os meus amigos que teimam em aparecer aqui e... Continue Reading →

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Crianças, como nós

Enquanto crianças, estamos habituados a ver os adultos como adultos. Tomam conta de nós, ensinam-nos, alimentam-nos e vestem-nos coisas chatas e até ficamos bonitos. Mais do que isso, os adultos já cá estavam quando por cá aparecemos. E os nossos avós sempre foram velhinhos, pois é assim que nos lembramos deles. O que ninguém nos... Continue Reading →

Memórias felizes

É fácil cair na tentação de cobiçar os tempos de antigamente ("aquele" antigamente que guardámos numa caixinha bem escondida nas nossas memórias) mas, na prática, as coisas são hoje iguais ao antigamente; tomam a mesma forma mas com coisas diferentes. Neste último fim de semana fui buscar uma memória (bem antiga, e muito bem guardada)... Continue Reading →

Uma no cravo, outra na ferradura

Para colocar uma ferradura num cavalo, um ferrador tem de assentar essa ferradura no casco do cavalo e cravar (pregar) uns pequenos pregos chamados cravos - daí a expressão "cravar" - no casco do cavalo. A ferradura fica cravada no casco e o cavalo já não se magoa ao andar em solos mais duros. Quando... Continue Reading →

Descanso descansado

Sento-me no sofá e descanso. Mas nao estou cansado. A minha esposa dorme. O meu filho dorme. Eu durmo, nao dormindo. E mesmo não dormindo, descanso. Tu, és nós. E por seres nós, O teu descanso Descansa-me.

O Caçador

De tempos em tempos, sem dar por isso, olho para cima. Quando já é de noite, encontro-me no céu. Relembro-me que afinal, não estou só a caminho de casa mas estou aqui. Sou pequeno, mas sou do tamanho do que vejo. Orion, o Caçador, foi a primeira grande constelação que consegui distinguir no céu. Dei... Continue Reading →

The road not taken

A minha cara-metade leu-me um trecho de um livro, que ainda não li mas que acabou de ficar na minha lista para leituras. "Maktub" de Paulo Coelho. Ao ouvi-la, houve uma certa parte que me recordou o poema abaixo. Já nem me lembrava deste poema, mas fica aqui pois gosto de o re-ler. (No original... Continue Reading →

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