Descanso descansado

Sento-me no sofá e descanso. Mas nao estou cansado. A minha esposa dorme. O meu filho dorme. Eu durmo, nao dormindo. E mesmo não dormindo, descanso. Tu, és nós. E por seres nós, O teu descanso Descansa-me.

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The road not taken

A minha cara-metade leu-me um trecho de um livro, que ainda não li mas que acabou de ficar na minha lista para leituras. "Maktub" de Paulo Coelho. Ao ouvi-la, houve uma certa parte que me recordou o poema abaixo. Já nem me lembrava deste poema, mas fica aqui pois gosto de o re-ler. (No original... Continue Reading →

Dançar, voar e esquecer

Uma amiga minha deu-me mesmo agora um poema. Espero que gostem. Dançar, voar e esquecer. Vamos dançar até cairmos pro lado. Voar até as núvens e dar saltos de felicidade. Fazer fazias junto ao oceano. Sentir a liberdade do vento.. Subir o alto da montanha e sentir a adrenalina da queda livre. Sento-me na cadeira.... Continue Reading →

Flutuo

Flutuo. No vazio desta sala. Olho com o meu olhar negro para o meu lugar que não consigo ver. Quero lavar os olhos deste negrume que me entristece. Olho para um infinito que não se vê, mas que mora cá dentro. Suspiro. Consciente de uma obra que começou sem que tivessemos consciência disso. E que... Continue Reading →

Só me apetece fugir…

Andava eu no meu 8º ano de escolaridade e o jornal da escola pediu a todos os alunos para submeterem um poema. Os "melhores" (ou menos piores) seriam escolhidos para entrarem numa página do jornal. Este foi o que eu fiz. Ainda hoje leio este poema e é mesmo o que eu sinto.

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