Crianças, como nós

Enquanto crianças, estamos habituados a ver os adultos como adultos. Tomam conta de nós, ensinam-nos, alimentam-nos e vestem-nos coisas chatas e até ficamos bonitos. Mais do que isso, os adultos já cá estavam quando por cá aparecemos. E os nossos avós sempre foram velhinhos, pois é assim que nos lembramos deles. O que ninguém nos... Continue Reading →

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Memórias felizes

É fácil cair na tentação de cobiçar os tempos de antigamente ("aquele" antigamente que guardámos numa caixinha bem escondida nas nossas memórias) mas, na prática, as coisas são hoje iguais ao antigamente; tomam a mesma forma mas com coisas diferentes. Neste último fim de semana fui buscar uma memória (bem antiga, e muito bem guardada)... Continue Reading →

Uma no cravo, outra na ferradura

Para colocar uma ferradura num cavalo, um ferrador tem de assentar essa ferradura no casco do cavalo e cravar (pregar) uns pequenos pregos chamados cravos - daí a expressão "cravar" - no casco do cavalo. A ferradura fica cravada no casco e o cavalo já não se magoa ao andar em solos mais duros. Quando... Continue Reading →

A minha avó tem Facebook

Nenhuma das minhas avós tem facebook, mas posso dizer que já estão na Cloud.Já a minha mãe, que já é avó várias vezes, tem Facebook. E Skype. E muito mais. Mas isso já não devia ser admiração para ninguém. Admiração é não encontrar uma avó ou avô que não tenha dessas coisas.O vídeo que se segue não... Continue Reading →

Descanso descansado

Sento-me no sofá e descanso. Mas nao estou cansado. A minha esposa dorme. O meu filho dorme. Eu durmo, nao dormindo. E mesmo não dormindo, descanso. Tu, és nós. E por seres nós, O teu descanso Descansa-me.

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